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    <title>Insurgência</title>
    <description>Saiba tudo sobre socialismo, ecossocialismo, PSOL, feminismo e a IV Internacional</description>
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      <title>O PSOL tem o molho</title>
      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 06:59:43 -0800</pubDate>
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      <description>&lt;p style="font-size: 100%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="s-text-color-default"&gt;&lt;strong&gt;Carlos Bittencourt, Glória Trogo, Nadja Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="display: inline-block"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;A história está quente, nos exige o melhor. O Brasil mostra seu tempero ao mundo e cobra dos socialistas um projeto de país soberano. Nossa principal missão em 2026 é reeleger Lula presidente, ampliar a base da esquerda na Câmara dos Deputados e impedir que a extrema-direita conquiste maioria no Senado. Não estamos apenas diante de uma disputa eleitoral, mas de uma reorganização do campo progressista após o ciclo bolsonarista. A vitória depende da capacidade de combinar unidade ampla com diversidade estratégica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;Nos últimos anos, o Partido Socialismo e Liberdade conseguiu combinar maturidade no compromisso com a unidade e coragem para manter as bandeiras da esquerda erguidas. Ao mesmo tempo em que fomos base do governo Lula no Congresso Nacional e estivemos na linha de frente da defesa da democracia, votamos contra as medidas da austeridade neoliberal. Priorizamos a luta unitária contra o perigo do neofascismo e nos posicionamos contra a temerária exploração petrolífera na Foz do Amazonas. Estivemos na linha de frente contra o Congresso inimigo do povo. Participamos decisivamente das mobilizações de rua que derrotaram a PEC da bandidagem em setembro de 2025 e abriram caminho para a governabilidade do Lula, que começou ameaçada por Hugo Motta e foi afirmada numa equação política que incluiu o elemento decisivo da mobilização popular. A recente revogação do Decreto 12.600, que privatizava o Rio Madeira, Tapajós e Tocantins foi a prova viva da importância da mobilização indígena (fator decisivo), com 33 dias de luta e ocupação, combinado com a...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/o-psol-tem-o-molho&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
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      <title>Mulheres vivas: Contra a barbárie do feminicídio, ocupar as ruas.</title>
      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 07:14:51 -0800</pubDate>
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      <description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Editorial conjunto de Insurgência, Resistência e Subverta, correntes internas do PSOL.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;O Brasil vive uma escalada de violência misógina que não pode mais ser tratada como caso isolado ou como obra de “monstros individuais”. O movimento feminista tem alertado há anos para o aprofundamento desse cenário e a explosão de casos recentes apenas confirma um diagnóstico incômodo: existe um pacto masculinista que atravessa o sistema de justiça, fragiliza denúncias, desrespeita protocolos de gênero e solta agressores até mesmo quando flagrados. Quando tribunais reproduzem estereótipos, ignoram evidências ou relativizam a palavra das mulheres, o Estado não apenas falha: ele enfraquece a Lei Maria da Penha e alimenta a sensação de impunidade. Ao mesmo tempo, cresce um mercado de influenciadores misóginos que lucram nas redes sociais disseminando o ódio e ensinando outros homens a violentar, controlar e humilhar mulheres. É nesse cenário que a regulamentação da internet se torna urgente: é fundamental impedir a propagação do discurso de ódio, responsabilizar as plataformas e proteger quem é alvo dessa violência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Nos últimos dias, esse pacto se expressou de forma brutal: o assassinato de uma mulher e de seus quatro filhos em um incêndio criminoso provocado pelo ex-companheiro, no Recife; o caso da mulher atropelada e arrastada por 1 km na Marginal Tietê, em São Paulo, perdendo as duas pernas; o feminicídio da trabalhadora morta a tiros pelo ex-companheiro dentro da pastelaria onde trabalhava, também em São Paulo; o duplo assassinato das duas trabalhadoras do CEFET-RJ, mortas por um colega que não aceitava ser chefiado por uma mulher; e as agressões seguidas de tentativa de estupro promovidas pelo influenciador misógino conhecido como “Calvo do Campari”. Esses...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/mulheres-vivas-contra-a-barbarie-do-feminicidio-ocupar-as-ruas&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
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    <item>
      <title>COP30: falsas saídas e a luta por um projeto ecossocialista</title>
      <pubDate>Mon, 10 Nov 2025 15:17:37 -0800</pubDate>
      <link>https://www.insurgencia.org/blog/cop30-falsas-saidas-e-a-luta-por-um-projeto-ecossocialista</link>
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      <description>&lt;p style="text-align: justify; font-size: 100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Editorial de Insurgência e Resistência, organizações que constróem o PSOL.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;Na COP30 em Belém, está em jogo muito mais do que acordos diplomáticos. O que se decide ali é, na verdade, quem pagará a conta da maior crise civilizatória do capitalismo: a catástrofe climática.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;Apesar do aumento da frequência e da intensidade dos eventos extremos, governos e corporações, mais do que ignorar os Acordos firmados em Paris, têm insistido em falsas saídas para a catástrofe climática, como se a solução pudesse ser alcançada dentro dos termos de um “capitalismo verde”. Entretanto, não é possível descarbonizar a economia mantendo intacta a lógica do lucro e da exploração. A transição energética, sem questionar o modo e os fins da produção, apenas aprofunda a divisão internacional do trabalho e perpetua o colonialismo sob nova roupagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;Na República Democrática do Congo, trabalhadores da mineração de cobalto recebem menos de 150 dólares mensais, enquanto a Tesla lucra 3.150 dólares por carro elétrico – 21 vezes o salário congolês. Eis a “transição” capitalista: os países do Sul fornecem matéria-prima barata e mão de obra explorada para que o Norte fabrique mercadorias verdes a preços premium.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;Outra solução frequentemente apresentada, o mercado de carbono, nada mais é do que uma forma de financeirização da natureza. Empresas transnacionais como JBS, Vale e Suzano transformam a fotossíntese – processo natural das plantas – em commodity negociável nas Bolsas de Valores. É a “licença para poluir”: corporações ultrapassam limites de emissão e compram créditos de...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/cop30-falsas-saidas-e-a-luta-por-um-projeto-ecossocialista&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
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    <item>
      <title>Sobre a entrada de Guilherme Boulos no governo Lula</title>
      <pubDate>Mon, 20 Oct 2025 18:37:30 -0700</pubDate>
      <link>https://www.insurgencia.org/blog/sobre-a-entrada-de-guilherme-boulos-no-governo-lula</link>
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      <description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;O governo Lula acaba de anunciar a nomeação de Guilherme Boulos para a Secretaria-Geral da Presidência. Esse anúncio surge em uma nova conjuntura, inaugurada pelos ataques de Trump à soberania nacional, a condenação histórica de Bolsonaro e de outros líderes golpistas e a grande manifestação da esquerda em 21 de setembro. Até o momento, apesar da gravidade da ofensiva imperialista, a postura altiva do governo Lula e o ato de massas colocaram a extrema direita na defensiva. No entanto, a luta política no país até 2026 tende a se intensificar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 12pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;Nessa batalha contra a grave agressão norte-americana e a anistia aos golpistas, a esquerda brasileira recuperou o protagonismo, principalmente nas redes sociais e, nos atos do final de setembro, na mobilização social. É vital que a luta nas ruas se mantenha, pois são os trabalhadores, a juventude e os movimentos sociais que poderão dar suporte sólido a Lula contra Trump e derrotar de vez a anistia. Ao mesmo tempo, a mobilização popular também é decisiva para superar as barreiras impostas pelo Congresso Nacional à agenda da classe trabalhadora, eleita nas urnas em 2022, especialmente com o fim da escala 6×1, a taxação dos super-ricos e a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 12pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;Nesse sentido, a nomeação de Guilherme Boulos para o ministério responsável pela relação com os movimentos sociais e sindicatos carrega uma grande responsabilidade. O principal ato das esquerdas nos últimos anos, no dia 21 de setembro, teve Boulos como uma de suas principais lideranças, sendo uma das poucas ocasiões em que superamos nacionalmente a extrema direita nas ruas. Na luta da classe trabalhadora e da juventude, é onde mais o PSOL e os movimentos sociais podem ajudar o governo Lula contra...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/sobre-a-entrada-de-guilherme-boulos-no-governo-lula&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
    </item>
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      <title>Em defesa da diversidade e da inclusão: viva a Parada da Diversidade de Pernambuco!</title>
      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 08:12:51 -0700</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Na última semana, os vereadores da capital pernambucana aprovaram uma vergonhosa nota de repúdio contra a realização da Parada da Diversidade de Pernambuco, ocorrida no dia 14 de setembro, no Parque Dona Lindu, na zona sul do Recife. Com 24 votos favoráveis e 7 contrários, o resultado contou com a aliança de parlamentares do PSB, do prefeito de Recife, João Campos, e vereadores do PL, além de outros partidos da extrema-direita.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined"&gt;&lt;em&gt;Os votos do PSB vitaminaram as proposições do vereador Fred Ferreira (PL), que, embalado, aprovou também na mesma sessão um voto de aplausos ao ato de bolsonaristas acorrido no dia 7 de setembro, em favor da anistia aos condenados pela tentativa de golpe no 8 de janeiro de 2023.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined"&gt;&lt;span style="display: inline-block"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined"&gt;&lt;strong&gt;Repercussão negativa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined"&gt;Entre os contrários às proposições do vereador do PL, estiveram Jô Cavalcanti (PSOL), Cida Pedrosa (PCdoB) e Osmar Ricardo (PT), que se manifestaram no plenário em protestos. Pelo PSOL Pernambuco, a Insurgência e a Resistência emitiram nota pública reforçando posição em defesa do evento e da pauta LGBTQIA+, confira:&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined"&gt;&lt;span style="display: inline-block"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Insurgência e a Resistência&lt;/strong&gt;, organizações internas ao Partido Socialismo e Liberdade, expressam seu mais veemente repúdio à nota aprovada pela Câmara Municipal de Recife contra a Parada da Diversidade de Pernambuco. Essa aprovação é um claro retrocesso e uma afronta aos direitos humanos e à dignidade das pessoas LGBTQIA+.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Parada da Diversidade: Um Espaço de Resistência e Celebração&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Parada da Diversidade de Pernambuco é um evento crucial para a comunidade LGBTQIA+ e seus aliados, proporcionando um espaço para celebrar a diversidade, promover a conscientização e lutar contra a discriminação e violência. É...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/em-defesa-da-diversidade-e-da-inclusao-viva-a-parada-da-diversidade-de&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
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      <title>Tecendo a manhã - Manifesto por uma nova organização ecossocialista</title>
      <pubDate>Sun, 28 Sep 2025 06:04:32 -0700</pubDate>
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      <description>&lt;p style="font-size: 83%;"&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;1.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;U&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;m galo sozinho não tece uma manhã:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;e&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;l&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;e precisará sempre de outros galos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;De&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;um que apanhe esse grito que ele&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;e o&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;lance a outro; de um outro galo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;que &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;a&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;panhe o grito que um galo antes&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;e o l&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;a&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;nce a outro; e de outros galos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;que co&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;m&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt; muitos outros galos se cruzem&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;os fios&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;de sol de seus gritos de galo,&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;para que&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;a manhã, desde uma teia tênue,&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;se vá tec&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;e&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;ndo, entre todos os galos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" MsoNormal" style="font-size: 83%;"&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;2.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;E se &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;enc&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;orp&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;a&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;ndo em tela, entre todos,&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;se erguendo &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;t&lt;/em&gt;&lt;span style="color: #4e4e4e;"&gt;&lt;em&gt;enda, onde entrem...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/tecendo-a-manha-manifesto-por-uma-nova-organizacao-ecossocialista&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>A meritocracia como modo de vida e a dominação social no capitalismo contemporâneo</title>
      <pubDate>Tue, 23 Sep 2025 17:41:02 -0700</pubDate>
      <link>https://www.insurgencia.org/blog/a-meritocracia-como-modo-de-vida-e-a-dominacao-social-no-capitalismo</link>
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      <description>&lt;p class=" s-text-color-default"&gt;&lt;span class="s-text-color-default"&gt;&lt;em&gt;"A meritocracia se apresenta como essa “propriedade natural” dos sujeitos: todos seriam livres para competir, investir em si mesmos e colher os frutos do próprio esforço. Contudo, esse discurso abstrai as desigualdades estruturais — de classe, raça, gênero, acesso à educação e redes de proteção. Nesse sentido, o “mito da meritocracia” não é falso porque inexato, mas porque atua por meio de uma inversão histórica, isto é, transforma desigualdades socialmente determinadas em atributos individuais, convertendo privilégio em mérito e reforçando o estranhamento entre os indivíduos, ao transformar a sociabilidade em mera competição que estrutura as relações sociais."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" s-text-color-default"&gt;&lt;span class="s-text-color-default"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Ederson Duda, para o blog da Boitempo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" has-text-align-justify" style="text-align: justify; font-size: 18px;"&gt;&lt;span style="display: inline-block"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" s-text-color-default has-text-align-justify" style="text-align: justify; font-size: 18px;"&gt;&lt;span class="s-text-color-default"&gt;No contexto de décadas de hegemonia neoliberal, marcado por reestruturações produtivas, financeirização da economia, políticas de austeridade, flexibilização trabalhista e retração dos direitos sociais, a meritocracia transformou-se em uma forma social que, ao se difundir na prática da vida cotidiana, constitui também um modo de vida voltado à legitimação e atualização da dominação do capital sobre o trabalho. Tal como Karl Marx e Friedrich Engels já indicavam em &lt;/span&gt;&lt;span class="s-text-color-default"&gt;&lt;a href="https://www.boitempoeditorial.com.br/produto/a-ideologia-alema-152406" data-type="" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A ideologia alemã&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="s-text-color-default"&gt;, cada modo de produção engendra um determinado modo de vida. Quando esse modo de produção passa por atualizações em sua...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/a-meritocracia-como-modo-de-vida-e-a-dominacao-social-no-capitalismo&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
    </item>
    <item>
      <title>As ruas dão voz à maioria</title>
      <pubDate>Tue, 23 Sep 2025 13:58:53 -0700</pubDate>
      <link>https://www.insurgencia.org/blog/as-ruas-dao-voz-a-maioria</link>
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      <description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Editorial de Insurgência e Resistência, tendências internas do PSOL&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;Faltavam as ruas. Agora, não mais. A vontade da maioria da população se apresentou de forma contundente no protesto de 21 de setembro. Em todo o país, centenas de milhares de pessoas foram à luta contra a Anistia e a PEC da Bandidagem. Multidões tomaram as ruas das 27 capitais e dezenas de outras cidades, superando todas as expectativas. As maiores concentrações foram em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 16px;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;As mobilizações foram alegres e musicais, mas também firmes e incisivas. A mensagem era nítida: a impunidade para líderes do golpe de Estado e políticos criminosos é inaceitável. A manobra infame do Centrão e do bolsonarismo não será tolerada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 16px;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;A jornada assumiu uma dimensão histórica, ocorrendo apenas nove dias após a condenação sem precedentes de Bolsonaro e seus generais. Foi uma reação direta à pretensão da extrema-direita de livrá-los da prisão, assim como ao conluio para blindar políticos de investigação e punição por crimes. A imensa rejeição na sociedade à PEC da Bandidagem potencializou a convocação do ato. Além disso, a defesa da soberania nacional e da justiça social — com o fim da escala 6×1, isenção do Imposto de Renda e taxação dos super-ricos — animou a participação na mobilização.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 16px;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;No teste das ruas, a maioria popular, até então silenciosa, demonstrou sua posição de forma ativa e categórica. A luta pela democracia, soberania e direitos sociais avançou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: justify; font-size: 24px;"&gt;&lt;span style="color: #212529;"&gt;&lt;strong&gt;Um dia...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/as-ruas-dao-voz-a-maioria&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
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      <title>Sobre pesquisas e salsichas: quem paga a banda escolhe a música</title>
      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 11:53:45 -0700</pubDate>
      <link>https://www.insurgencia.org/blog/sobre-pesquisas-e-salsichas-quem-paga-a-banda-escolhe-a-musica</link>
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      <description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;João Paulo Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="display: inline-block"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pesquisas de opinião sempre tiveram um quê de fábrica de salsicha: a gente vê o resultado, mas não tem clareza de como foi produzido. A Genial Quaest divulgada em 20 de agosto é um bom exemplo. De repente, o instituto sextuplicou a amostra: em vez das usuais 2 mil entrevistas, foram 12.150. O detalhe é que os estados escolhidos foram SP, MG, RJ, PR, RS, GO, BA e PE.&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="display: inline-block"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined" style="text-align: justify;"&gt;Em Minas, Lula e Bolsonaro empataram no segundo turno (50,2% x 49,8%). Nos outros sete, Bolsonaro venceu em cinco. Somando os oito, o placar foi: 40 milhões (53,77%) x 34 milhões (46,23%). Não é preciso ser estatístico para perceber que, partindo dessa base, a desaprovação ao governo tende a aparecer inflada. É como medir a popularidade do Mengão entre torcedores do Vasco.&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="display: inline-block"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined" style="text-align: justify;"&gt;Os governadores desses estados não são anônimos na cena política. Estamos falando de Eduardo Leite (RS), Ratinho Jr (PR), Tarcísio (SP), Zema (MG) e Caiado (GO), justamente os nomes que o mercado e a imprensa econômica tentam empurrar goela abaixo como “presidenciáveis”. São eles que frequentam painéis de corretoras e jantares de bancos de investimento. Nada mais natural, que uma corretora de valores financie (especule com) pesquisas centradas em seus redutos.&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="display: inline-block"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=" undefined" style="text-align: justify;"&gt;A ironia é que, mesmo com essa seleção favorável ao campo conservador, os números mostram uma queda expressiva da diferença entre aprovação e...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/sobre-pesquisas-e-salsichas-quem-paga-a-banda-escolhe-a-musica&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
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      <title>Nega Pataxó, presente!</title>
      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 07:27:42 -0700</pubDate>
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      <description>&lt;p style="font-size: 100%; text-align: justify;"&gt;Nós, mulheres da Associação Paraguaçu de Mulheres Indígenas e mulheres reunidas na Tenda de Cuidados Nega Pataxó, manifestamos, nesta moção de protesto, nossa indignação diante do silêncio e da impunidade que cercam o crime que levou ao assassinato da Pajé Nega. Esse crime violento foi perpetrado em janeiro de 2024 por integrantes do movimento com atuação de milícia rural “Invasão Zero”, contando com a conivência e a omissão de socorro por parte das forças de segurança pública do Estado da Bahia.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; text-align: justify;"&gt;O assassinato de Nega foi um crime político, cometido por um grupo que atua ilegalmente contra a demarcação de terras indígenas e territórios tradicionais. Esse grupo se espalhou pelo país, contando com o apoio de parcela do aparato de segurança pública estatal, e vem perseguindo e criminalizando nossas lideranças. Assim como Nega, muitos outros parentes têm sido vítimas de violências, perseguições e ataques na Bahia e em outros estados brasileiros, em razão de sua atuação na luta pela demarcação de suas terras - direito constitucional dos povos indígenas, hoje gravemente ameaçado.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 100%; text-align: justify;"&gt;A resposta a esse crime precisa ser efetiva e exemplar. A justiça que buscamos não se limita à responsabilização penal daqueles que apertaram o gatilho. Queremos uma investigação séria sobre a atuação do movimento “Invasão Zero” e a responsabilização de todos os envolvidos neste e em outros crimes. No dia 12 de agosto de 2025, será julgado, em Brasília-DF, o recurso do Ministério Público Federal contra a decisão que revogou a prisão preventiva do assassino de Nega, bem como o recurso do réu para evitar o júri popular. Evitar o júri popular é uma estratégia para reduzir a pena e apagar o crime. É no júri popular que a memória, o racismo e a brutalidade não passam despercebidos. Exigir justiça por Nega é  lutar contra a impunidade, pela...&lt;a href=https://www.insurgencia.org/blog/nega-pataxo-presente&gt;Read More&lt;/a&gt;</description>
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